| Justiça da Paraíba premia os juízes que mais produziram em 2002 |
| Tito Bernardi* Controles informatizados tornam Justiça mais rápida. Produtividade de juízes é acompanhada passo-a-passo |
| O Tribunal de Justiça homenageou, no dia 23 de janeiro, os 69 magistrados que mais se destacaram em produtividade no ano de 2002. A juíza Maria Emília Neiva de Oliveira, da Vara Cível de Campina Grande, ficou em primeiro lugar no ranking do Índice de Produtividade dos Juízes (IPJ), em 2002. Ela atingiu uma produção média de 95,10%, no ano passado, e recebeu a estatueta do “Mérito Judiciário”, o “Oscar” do Judiciário paraibano. Segundo Ney Robson Pereira de Medeiros, diretor do Siscom – Sistema Integrado de Comarcas Informatizadas, do TJPB, o sistema incentiva a obtenção de elevados índices de produtividade com vistas à efetiva celeridade processual. Ele explica que a aferição para a premiação do “Mérito Judiciário” é feita com base em dois pesos. A primeira pontuação avalia o “índice de produtividade básica”, medindo o número de processos distribuídos e a quantidade de processos julgados em cada vara. O número de processos julgados, para ser considerado ideal, deve ser igual ou superior à quantidade de processos distribuídos à cada vara. “Essa é a fórmula para manter a balança judiciária equivalente ou superavitária”, pondera Ney. O outro fator de pontuação é a capacidade de manutenção de despachos em dia. O Siscom monitora o andamento dos processos e analisa se o juiz está cumprindo os prazos. É possível localizar, em tempo real, a situação de cada processo em andamento. “O sistema identifica em segundos a eventual causa de paralisação, ou seja, se o processo está pendente de despacho ou decisão, ou se algum advogado o reteve por tempo prolongado, ou ainda se o cartório deixou de enviar algum despacho para publicação”, esclarece. ”GRANDE IRMÃO” A SERVIÇO DA JUSTIÇA Quando a criação do Índice de Produtividade dos Juízes (IPJ) foi anunciada, logo surgiram resistências. Chegou a ser apelidado de “Grande Irmão” ou “Big Brother”, em alusão à obra do escritor inglês George Orwel. A oposição foi desaparecendo à medida que os juízes descobriram no sistema um aliado eficaz para o acompanhamento do serviço cartorário e ter maior controle de tudo que ocorre com os processos sob sua responsabilidade, recorda Ney. Um dos maiores riscos apontados no início – o aumento de decisões equivocadas – foi contornado com a aplicação de “desconto” um para as sentenças providas de recursos ou anuladas, que são deduzidas da pontuação. Os juízes premiados não recebem nenhuma vantagem financeira ou privilégio na carreira. “Trata-se de uma concorrência saudável, que reconhece aqueles que mais se empenham para atingir os melhores índices de produtividade”, observa Ney. AS CATEGORIAS Os juízes são avaliados de acordo com sete especialidades: Civil, Família, Criminal Fazenda Pública, Execuções Penais, Tribunal do Júri e Eclético (comarcas únicas, nas quais são distribuídos todos os tipos de processos). A premiação é ainda dividida em duas categorias: Especialidade, que avalia a produção em cada Vara, e Geral, quando todos os juízes concorrem entre si. No primeiro caso, o TJ concede a estatueta, e no segundo, as medalhas de ouro (“Ministro Djaci Falcão”), prata (“Desembargador José Flóscolo da Nóbrega”) e bronze (Juiz Romero Pedro Moreira Coutinho”). O destaque da juíza Maria Emília ocorreu nas duas categorias. Receberam também a estatueta os juízes Valério Andrade Porto e Ricardo da Costa Freitas (Varas Cíveis), Francisco Francinaldo Tavares (Varas de Família), Eduardo José de Carvalho Soares (Varas de Fazenda Pública), Euler Paulo de Moura Jansen e Vandemberg de Freitas Rocha (Varas Criminais), Ricardo Vital de Almeida (Varas do Tribunal do Júri) e Maria das Neves do Egito (Varas das Execuções Penais). A medalha de ouro foi concedida a 20 magistrados que atingiram índices de produtividade entre 90,89%, no caso do juiz Wolfram da Cunha Ramos (1º lugar), e 87,86%. A prata saiu para os juízes com índices de 87,61% (Algacyr Rodrigues Negromonte) a 86,05%, enquanto o bronze para aqueles com variação de 85,98% (Marcos Aurélio Pereira Jatobá Filho) a 84,44% de produtividade. Em segunda instância, a 2ª Câmara Cívil do Tribunal de Justiça foi a campeã em processos julgados no ano de 2002, com um total de 3.090 feitos. Em segundo lugar ficou a 1ª Câmnara Cível com 3.008 processos e em terceiro a Câmara Criminal com 1.562 julgamentos. INVESTIMENTO EM TECNOLOGIA Para se tornar referência na melhoria dos serviços, o Tribunal de Justiça da Paraíba investiu, ao longo de dois anos, cerca de R$ 2 milhões. A Justiça paraibana mantém hoje todas 230 varas, distribuídas por 72 comarcas, informatizadas e interligadas via satélite, pelo sistema Infosat. O Tribunal fez um contrato com a Embratel para a comunicação de dados e o controle em tempo real de todos os processos – cerca de 80 mil – em tramitação. O sistema prevê que uma sentença proferida torne-se conhecida de imediato, por meio do site do Tribunal (www.tj.pb.gov.br). A consulta pode ser feita também nos terminais de auto-atendimento instalados nos fóruns de João Pessoa, Campina Grande e em shoppings das duas cidades. Os recursos utilizados são uniformes, de forma que o nível de utilização seja o mesmo, seja na Capital ou no alto sertão paraibano. O TJPB é o único tribunal do País a oferecer acesso à Internet em todos os micros. Isso é possível porque o Tribunal também é provedor de acesso e e-mail. Outro recurso incorporado à rotina forense foi o sistema WAP (Protocolo para Aplicação Sem Fio), que permite acessar o site do Tribunal pelo celular. *Editor do Expresso da Notícia. http://expressodanoticia.com.br/index.php?pagid=NIBjvml&id=18&tipo=2E1Bt&esq=NIBjvml&id_mat=904 |
Sejam bem-vindos! PROFESSOR E ESPECIALISTA EM DIREITO TRIBUTÁRIO. ESTA PÁGINA É VOLTADA PARA COMENTÁRIOS E CRÍTICAS SOBRE: LEIS, JUSTIÇA, CIDADANIA, POLÍTICA, ATUALIDADES, NOTÍCIAS, PROBLEMAS BRASILEIROS E BAIANOS, EXERCÍCIO CRÍTICO E CONTRIBUIÇÃO PARA AS MELHORIAS DESEJADAS PARA O NOSSO PAÍS E NOSSA GENTE, A FIM DE QUE NOS TRANSFORMEMOS NUMA NAÇÃO. Shalom-Alei-Khem! Sob os auspícios dos incisos IV e IX do art. 5º da Constituição da República Federativa do Brasil.
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
TJ DA PARAÍBA CONTROLA PRAZOS E PROCESSOS POR SATÉLITE
domingo, 23 de novembro de 2008
MIN. MARCO AURÉLIO PROPÕE ALTERAR VOTAÇÃO NO STF
Marco Aurélio propõe alterar ordem de votação no Supremo, por Lilian Matsuura
De acordo com a ordem proposta, se o relator for o ministro Cezar Peluso, por exemplo, o voto seguinte será de Carlos Ayres Britto, seguido por Joaquim Barbosa, até fechar o ciclo e chegar ao ministro mais antigo que Cezar Peluso (veja abaixo a lista de ministros por antigüidade). Para Marco Aurélio, a maior variação na tomada dos votos é saudável para o debate.
“A alteração impede que o mais novo do tribunal se torne bucha de canhão”, declarou Marco Aurélio, que é o segundo mais antigo da casa. O ministro disse também que é comum o mais novo apresentar pedidos de vista, por não conhecer a jurisprudência e não ter a cancha dos demais ministros. Fato este que, para Marco Aurélio, atrapalha o andamento dos julgamentos. “A interrupção não é boa.”
A regra atual foi criada como uma forma de proteger o mais novo, que votaria antes de todos e não se sentiria intimidado pela opinião dos mais antigos. “Mas isso não pode acontecer com um ministro do Supremo”, disse.
A proposta de alteração do artigo 135 do Regimento Interno do Supremo foi entregue ao presidente Gilmar Mendes há uma semana. Pela regra, cada ministro da Comissão de Regimento, presidida por Marco Aurélio, terá de se manifestar sobre o projeto. O grupo também é composto pela ministra Cármen Lúcia e Cezar Peluso. Menezes Direito é suplente. Depois dos pareceres, a mudança será levada para votação do plenário, em sessão administrativa.
Marco Aurélio contou que conversou com Menezes Direito sobre o assunto, que ele gostou da idéia e comentou que no Superior Tribunal de Justiça — tribunal que deixou em setembro de 2007 para compor o Supremo — a ordem de votação já é da forma que consta na proposta de Marco Aurélio.
ATÉ QUANDO ESPERAR?
CRIANÇA DIZ CADA COISA...
Criança diz cada coisa
1) Uma menina estava conversando com a sua professora.
A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena.
A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia.
Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível.
A menina, então disse:
- 'Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas'.
A professora lhe perguntou:
- 'E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?'
A menina respondeu:
- 'Então é a senhora que vai lhe perguntar.'
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2) Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando. Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança.
Quando chegou perto de uma menina que trabalhava intensamente, perguntou o que desenhava.
A menina respondeu:
-'Estou desenhando Deus.'
A professora parou e disse:
-'Mas ninguém sabe como é Deus.'
Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
- 'Saberão dentro de um minuto'.
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3) Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luís Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
- 'E como aconteceu isso?' Perguntou a mãe assustada.
- 'Não foi fácil', admitiu a pequena senhorita, 'mas três meninas me ajudaram a segurá-lo'.
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4) Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha.
De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou:
- 'Por que você tem tantos cabelos brancos, mamãe?'
A mãe respondeu:
- 'Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco.'
A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse:
- 'Mãe, por que TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?'
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5) Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que haviam acabado de nascer. De volta a casa, contou, com excitação, para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas.
- 'Como você soube disso?' perguntou a mãe.
- 'Papai os levantou e olhou por baixo', respondeu o menino. 'Acho que ali estava a etiqueta'.
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6) Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadi-los a comprar uma cópia da foto do grupo.
- Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos disserem: ali está Catarina, é advogada, ou também este é o Miguel. Agora é médico.
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
- E ali está a professora. Já morreu.
EM SALVADOR O ADVOGADO NÃO PODE DAR ENTRADA EM AÇÕES INICIAIS NOS JUIZADOS ESPECIAIS
Pois, contrariamente, qualquer "office boy" de um escritório de advocacia pode dar entrada numa nova ação e distribui-la para qualquer vara competente à demanda apresentada, no Forum Ruy Barbosa da mesma capital.
Contudo, como o CNJ está se revelando como a salvação do Judiciário, devemos fazer a ressalva quanto ao sistema de processo virtual chamado Projudi, que, pelo menos, não impede o advogado de preparar sua inicial, preservando seu estilo, sua verve, fundamentos, argumentos, etc., ou seja, sua assinatura pessoal e sua dignidade profissional.
TJ BAIANO. A PERPETUAÇÃO DA SINA DO RIDÍCULO
sábado, 22 de novembro de 2008
A SUPOSTA POLÊMICA POR CAUSA DO PEDÁGIO, SEGUNDO A TESE DE UMA ALUNA DO RS
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
REFORMA CONSTITUCIONAL. OPINIÃO
CUIDADO COM ALIMENTOS
PUBLICIDADE, por Giuliana Reginatto. São Paulo, 20.11.08 (AE)
Comer frutas, legumes e verduras. O mantra da alimentação natural, protegido pela fama de saudável, pode esconder inimigos mais perigosos que calorias em excesso. A dupla alface com tomate, por exemplo, é inofensiva ao regime mas está entre os alimentos com o maior risco de exposição a agrotóxicos - o mesmo vale para o morango, outro queridinho das dietas.
"De acordo com os resultados da Anvisa para 2007, o percentual de amostras insatisfatórias entre as alfaces foi de 40%, índice que chega a 44,7% entre os tomates. Nos dois casos isso se deu pelo uso de agrotóxicos não-autorizados", explica o biólogo Frederico Perez, doutor em saúde pública e pesquisador da Fiocruz.
Peres lembra que os níveis elevados de amostras insatisfatórias entre os morangos têm sido observados desde 2002. "Nos morangos foram encontrados resíduos de cinco tipos de agrotóxicos autorizados, mas eles estavam acima do Limite Máximo de Resíduo (LMR) preconizado pela OMS", detalha.
Tomates e morangos são espécies sensíveis, muito suscetíveis ao ataque das pragas, o que explica o uso intensivo de pesticidas. "Após aplicar um pesticida é preciso respeitar o prazo de carência para consumir o alimento. Como fazer isso no tomateiro, em que há frutos em diversos estágios, de verdes a maduros? Se o agricultor esperar a carência para colher, grande parte irá se perder", diz o ecólogo José Maria Gusman Ferraz, pesquisador do Embrapa Meio Ambiente, com pós-doutorado em agroecologia.
Se cultivar tomates pelo método tradicional já é um processo complicado, garantir sua produção sem pesticidas que combatam as pragas, como pede a cartilha dos alimentos orgânicos, pode aumentar as perdas e tornar o alimento caro demais. Na Capital o quilo de tomate orgânico chega a custar mais de R$ 13 - ante R$ 1,18 do tipo tradicional, como indica uma pesquisa aplicada pelo Pro teste: Associação Brasileira de Defesa do Consumidor. Para quem pode pagar, o valor compensa: entre as amostras estudadas pelo órgão, colhidas em dez estabelecimentos da Cidade, só os produtos orgânicos apresentaram ausência de resíduos de agrotóxicos.
Foram submetidos à análise do Pro teste, além de tomates, também morangos, maçãs e limões. Em mais de um quarto dos hortifrútis havia resíduos de agrotóxicos. "Quase metade dos resíduos detectados vem de pesticidas não-autorizados pela lei brasileira", comenta a bióloga Fernanda Ribeiro, pesquisadora de alimentos do Pro Teste e coordenadora da pesquisa. "O resultado foi melhor do que o esperado, mas isso se dá porque a legislação brasileira é muito permissiva. O LMR, que quando respeitado não deveria provocar danos à saúde, é subjetivo porque tem um caráter geral, desconsiderando populações frágeis, como as crianças."
O pesquisador do Embrapa argumenta que agrotóxicos mal administrados, além de agredirem a saúde, podem atacar a natureza. "Agrotóxicos também contaminam a água. Calcula-se que os EUA, campeões no consumo mundial de agrotóxicos, tenham gastado cerca de R$ 8 bilhões em um ano por conta de problemas ambientais ligados a essas substâncias. O Brasil, que se alterna com o Japão no segundo lugar do ranking, também vai pagar a conta."
Segundo Ferraz, o uso de agrotóxicos é atraente por facilitar o cultivo fora de época . "No passado se comia morango no frio, manga no fim do ano. Hoje se encontra de tudo o ano todo. O problema é que entre os nutrientes aplicados nas culturas está o nitrogênio, que se degrada em nitrito e nitrato, substâncias cancerígenas. Como são elementos solúveis, absorvidos pela planta, o agrotóxico se torna sistêmico, penetra na estrutura. Neste caso, usar vinagre como anti-séptico, por exemplo, mata só fungos, bactérias e vermes superficiais, mas não tem efeito contra resíduos. A saída é procurar o selo de procedência do alimento no mercado ou recorrer a orgânicos. Você gasta mais com eles, mas poderia gastar mais na farmácia."
Na opinião de Sérgio Graff, toxicologista da disciplina clínica médica da Unifesp, as pesquisas não justificam a mudança de hábitos alimentares. "Há confusão entre resíduo de agrotóxico e contaminação por agrotóxico. O LMR é calculado com grande margem de segurança: após testes em animais é estabelecida uma dose 100 vezes mais fraca para o homem. Isso significa que ao ingerirmos essa quantidade limite de resíduos na fruta durante a vida toda não teríamos, teoricamente, problemas. Pode ser, porém, que em alguns anos vejamos que não é bem assim."
Graff explica que os agrotóxicos permitidos no Brasil "teoricamente não podem ter indícios de ação cancerígena". Na opinião dele, faltam estudos para estabelecer relações mais precisas entre pesticidas e problemas de saúde. "As pessoas estão expostas a outros tipos de produtos químicos nocivos, como os derivados de petróleo", argumenta o médico. Sob o ponto de vista do professor doutor Angelo Trapé, coordenador de saúde ambiental da Unicamp, as irregularidades nos hortifrútis paulistanos não ameaçam a saúde. "Fica a impressão de que a pessoa está comprando um alimento contaminado.
Isso é uma perversidade porque só a classe A tem acesso a orgânicos, vendidos a preços exorbitantes pelos mercados. O que falta é uma política pública eficiente que ensine o pequeno agricultor a usar corretamente o pesticida, falta acesso à tecnologia e fiscalização mais adequada", analisa Trapé.